Há quatro décadas produzindo sementes forrageiras com rigoroso controle de qualidade. Do Noroeste Mineiro para todo o Brasil, com a confiança que só a tradição e a experiência proporcionam.
Cada semente passa por rigoroso controle para entregar o máximo potencial à sua propriedade.
Controle fitossanitário rigoroso em cada lote. Análises laboratoriais garantem sementes livres de Pratylenchus e Meloidogyne.
Processo de beneficiamento que elimina sementes de invasoras, garantindo pureza e uniformidade na formação da pastagem.
Lotes com elevado percentual de germinação e vigor, testados conforme padrões do MAPA, assegurando stand uniforme mesmo em plantio tardio.
Nossa equipe técnica está pronta para indicar a cultivar ideal para o seu sistema de produção, solo e região.
Falar no WhatsAppA W. Cordeiro Sementes foi fundada em 1986 em João Pinheiro, no Noroeste de Minas Gerais — região historicamente vocacionada para a pecuária de corte e leite. Nascida de uma família com profundas raízes no agronegócio, a empresa se consolidou ao longo de quatro décadas como referência em sementes forrageiras tropicais.
Ao longo dessas décadas, investimos continuamente em controle de qualidade, beneficiamento e assistência técnica. Cada lote é analisado para garantir pureza genética, ausência de nematóides e plantas daninhas, e alto vigor germinativo. O resultado é uma semente que o produtor pode plantar com confiança — e colher com satisfação.
Hoje, com 11 cultivares no portfólio — entre Brachiárias, Panicuns e Estilosante — atendemos pecuaristas de todos os portes em todo o território nacional. Contamos ainda com consultoria agronômica própria para orientar cada cliente na escolha da forrageira mais adequada ao seu solo, clima e sistema de produção.
Fornecer sementes de pastagem com excelência comprovada, contribuindo para a produtividade e sustentabilidade da pecuária brasileira. Ser parceira do produtor rural em cada etapa — da escolha da cultivar ao sucesso da formação.
Consolidar-se como a marca de maior confiança do produtor brasileiro em sementes forrageiras, reconhecida pela qualidade consistente, pela inovação e pelo compromisso com o desenvolvimento sustentável do agronegócio.
Integridade e transparência em cada negociação. Qualidade como compromisso inegociável. Respeito ao produtor, à terra e ao meio ambiente. Inovação técnica aliada à tradição familiar. Excelência no atendimento e na entrega.
Cultivares selecionadas para diferentes tipos de solo, clima e sistema de manejo. Todas com certificação de qualidade e pureza.
Informação técnica de qualidade para auxiliar o produtor rural nas melhores decisões para sua propriedade.
A escolha da forrageira é uma das decisões de maior impacto econômico na pecuária. Uma cultivar mal escolhida pode exigir reforma prematura da pastagem em apenas 3 a 5 anos — um custo que pode ultrapassar R$ 2.000 por hectare e é quase sempre evitável com planejamento. Conheça os quatro critérios fundamentais.
Antes de qualquer decisão, realize a análise de solo — pH, fósforo, potássio e matéria orgânica são os parâmetros mais decisivos. Solos argilosos de alta fertilidade permitem explorar cultivares exigentes e produtivas como Xaraés e Mombaça. Solos arenosos ou de fertilidade natural mais baixa pedem cultivares mais rústicas: Decumbens, Humidícola, Massai e Paiaguás são as mais indicadas nesses casos. Uma regra prática: quanto menor o investimento previsto em adubação, mais rústica deve ser a cultivar escolhida.
No Noroeste Mineiro, a estiagem de 5 a 6 meses é o maior fator limitante. Cultivares com sistema radicular profundo e maior eficiência no uso da água — como Piatã, Massai e Paiaguás — resistem melhor ao período seco, mantendo cobertura do solo e reduzindo a invasão de plantas daninhas. O Marandu, apesar de muito versátil, apresenta queda de produção mais acentuada na seca quando comparado a essas três cultivares. Já o Xaraés e o Mombaça, sendo mais produtivos na época das chuvas, exigem maior atenção ao manejo na seca para não degradarem.
A compatibilidade entre a cultivar e o sistema de criação define a longevidade da pastagem. Para sistemas intensivos com alta lotação, escolha cultivares de alto vigor vegetativo e boa tolerância ao pisoteio: Xaraés, Piatã e Mombaça. Para sistemas extensivos de cria ou recria, Marandu e Decumbens oferecem maior rusticidade com menor custo de manutenção. Em integração lavoura-pecuária (ILP), a Ruziziensis é a mais recomendada por sua facilidade de dessecação antes do plantio da lavoura de grãos — evitando o efeito "guarda-chuva" que outras Brachiárias causam sobre as sementes da lavoura.
Mesmo escolhendo a cultivar certa, uma semente de baixa qualidade compromete todo o investimento. Verifique sempre o Valor Cultural (VC) no rótulo da embalagem — o mínimo recomendado pelo MAPA é 40%, mas sementes de qualidade devem superar 50%. Exija laudo de análise com ausência de nematóides (Pratylenchus e Meloidogyne) e pureza de plantas daninhas, especialmente Brachiária Humidicola em lotes de outras espécies. A W. Cordeiro Sementes realiza esse controle em todos os lotes há mais de 40 anos — porque pastagem boa começa com semente boa.
Entre todas as ameaças fitossanitárias às pastagens tropicais, os nematóides são as mais subestimadas. Invisíveis a olho nu, esses parasitas causam prejuízos silenciosos e progressivos que frequentemente são diagnosticados tarde demais — quando a reforma já é inevitável e o prejuízo, milionário. Estima-se que os nematóides sejam responsáveis por mais de 30% das degradações prematuras de pastagens no Cerrado brasileiro.
Nematóides são vermes microscópicos que habitam o solo e parasitam as raízes das gramíneas. As espécies mais prejudiciais em pastagens tropicais são o Pratylenchus brachyurus (nematóide das lesões radiculares) e o Meloidogyne spp. (nematóide das galhas). Eles penetram nos tecidos radiculares, causando necrose, galhas e lesões que impedem a absorção eficiente de água e nutrientes — mesmo em solos corretamente adubados e calcariados. O resultado é uma planta que "não responde" aos tratos culturais, como se o investimento em adubação simplesmente desaparececesse.
A pastagem atacada apresenta reboleiras de crescimento reduzido, amarelecimento progressivo e morte de touceiras — sintomas que se intensificam na seca e diminuem parcialmente nas chuvas. O problema é que esse quadro é praticamente idêntico ao da deficiência de nitrogênio e fósforo. Muitos produtores investem em calagem e adubação repetidas vezes sem nenhum resultado porque a verdadeira causa nunca foi tratada. A confirmação só é possível por análise nematológica do solo e das raízes em laboratório credenciado.
O Brachiaria decumbens (Brachiarinha) é a cultivar mais suscetível ao Pratylenchus brachyurus — em solos com alta pressão de inóculo, pode entrar em colapso produtivo em 2 a 3 anos. O Marandu e o Xaraés apresentam suscetibilidade moderada. As cultivares Paiaguás e Piatã demonstram maior tolerância e são preferidas em áreas com histórico de infestação. O Estilosante Campo Grande, por ser uma leguminosa, é naturalmente menos afetado por nematóides de gramíneas e pode ser usado em consorciação para diversificar o risco.
Uma vez que um talhão está infestado, o manejo dos nematóides é difícil e caro — não existem nematicidas registrados para uso econômico em pastagens. Por isso, a prevenção é a única estratégia viável. Utilizar sementes certificadas, produzidas em áreas sem histórico de infestação e com laudo laboratorial de ausência de nematóides, é a primeira e mais importante linha de defesa. A W. Cordeiro Sementes realiza esse controle em 100% dos seus lotes há mais de quatro décadas — porque é muito mais barato prevenir do que reformar.
Ambas são Brachiaria brizantha e dominam os plantios no Cerrado brasileiro — juntas, respondem por mais da metade da área de pastagem cultivada no país. Mas suas diferenças são suficientes para definir o sucesso ou o fracasso de uma pastagem. Entender quando usar cada uma é essencial para qualquer pecuarista do Noroeste Mineiro.
O Marandu (ou "Brachiarão") é a gramínea mais plantada do país por uma razão simples: adaptabilidade. Tolera solos de fertilidade média, suporta bem o pisoteio moderado e responde positivamente a diferentes regimes de manejo. Produz entre 8 e 20 toneladas de matéria seca por hectare ao ano, dependendo da adubação e do regime de chuvas. Tem boa palatabilidade, tolerância média à cigarrinha-das-pastagens e é adequado para silagem. Seu principal ponto fraco é a síndrome da morte do Marandu: em solos mal drenados, compactados ou sob pastejo excessivo e prolongado, pode ocorrer morte em reboleiras — especialmente em anos com veranicos intensos. Em talhões com esses riscos, considere alternativas.
Lançado pela Embrapa, o Xaraés se destaca pela altíssima produtividade: pode chegar a 24 toneladas de matéria seca por hectare ao ano em condições ideais — 20 a 30% acima do Marandu. Tem porte mais alto (até 1,6m), florescimento tardio (o que prolonga o período de pastejo com forragem de qualidade ao longo da safra) e excelente resposta à adubação nitrogenada. É uma das melhores opções para silagem entre as Brachiárias. A contrapartida é a maior exigência em fertilidade de solo: em solos pobres ou com subadubação, o Xaraés perde vigor rapidamente e entra em processo de degradação precoce — tornando-se um investimento de alto risco em fazendas sem tradição de adubação de manutenção.
A cigarrinha-das-pastagens (Notozulia entreriana e Deois flavopicta) é uma praga relevante no Cerrado, com populações que variam bastante entre anos e regiões. Tanto o Xaraés quanto o Marandu apresentam tolerância média — suportam populações moderadas sem colapso, mas sofrem perdas em infestações severas. Para áreas com histórico grave de cigarrinha, as melhores opções são Piatã e Massai, que apresentam tolerância comprovadamente superior.
Escolha o Xaraés quando o solo for fértil ou bem corrigido, o sistema for intensivo com adubação de manutenção garantida e o objetivo for máxima produção de forragem ou silagem. Escolha o Marandu quando a fertilidade for variável, o investimento em adubação for limitado, em sistemas extensivos de cria e em áreas com risco de encharcamento. Uma estratégia frequente entre produtores experientes da região é plantar Marandu nas baixadas e Xaraés nas chapadas — aproveitando as características de cada cultivar conforme a topografia e a fertilidade do talhão. As duas estão disponíveis na W. Cordeiro Sementes com sementes certificadas, laudo de sanidade e garantia de procedência.
Consultoria técnica de excelência para formação, manejo e recuperação de pastagens, com acompanhamento personalizado do plantio à colheita.
Com ampla experiência no setor agropecuário, Inácio Carvalho é referência em assessoria técnica para formação e recuperação de pastagens na região do Noroeste de Minas Gerais. Sua atuação combina conhecimento científico com a realidade prática do campo, garantindo resultados consistentes para produtores rurais de todos os portes.
Atuando em parceria com a W. Cordeiro Sementes, Inácio oferece um serviço integrado que vai desde a escolha da cultivar ideal até o acompanhamento pós-plantio, assegurando o máximo aproveitamento do investimento em pastagens.
Soluções completas para cada etapa do ciclo produtivo das pastagens.
Coleta e interpretação de análises de solo para recomendação precisa de calagem e adubação, otimizando a fertilidade para pastagens produtivas.
Planejamento completo para implantação de novas áreas de pastagem, incluindo escolha de espécies, taxa de semeadura e técnicas de plantio.
Diagnóstico de áreas degradadas e elaboração de planos de recuperação com técnicas sustentáveis, devolvendo produtividade ao pasto.
Implantação de sistemas de pastejo rotacionado com dimensionamento de piquetes, períodos de descanso e lotação animal adequada.
Elaboração de laudos e projetos técnicos para financiamentos rurais, programas de incentivo e regularização ambiental de propriedades.
Visitas técnicas periódicas para monitoramento do desenvolvimento da pastagem, controle de pragas e ajustes no manejo nutricional.
Diagnóstico in loco das condições do solo, pastagem existente e objetivos do produtor.
Elaboração de um plano técnico personalizado com recomendações de cultivares e manejo.
Acompanhamento do preparo do solo, semeadura e tratos culturais iniciais.
Visitas periódicas para avaliar o desenvolvimento e orientar ajustes no manejo.
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Cada lote de sementes passa por rigoroso processo de análise e certificação antes de chegar ao produtor.
Pecuaristas de todo o Brasil confiam na qualidade das sementes W. Cordeiro Sementes há mais de quatro décadas.
"Trabalho com sementes da W. Cordeiro Sementes há mais de 15 anos. A qualidade é consistente, os laudos de nematóides me dão total segurança e o atendimento é sempre impecável."
"Formei 800 hectares de Piatã com sementes deles. Germinação excelente, pastagem uniforme e sem um problema de nematóide. Recomendo para qualquer produtor que queira fazer certo."
"A assessoria do Inácio foi fundamental. Me orientou na escolha do Xaraés para meu solo de chapada e o resultado superou as expectativas. Mais de 20 ton MS/ha confirmadas."